Blog do Diretório Zonal da Freguesia do Ó e Brasilândia do Partido dos Trabalhadores na Cidade de São Paulo - SP

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Transporte Público: Ativismo tem que ter objetividade


Por Adilson Sousa

Tenho profundo respeito por todas as formas de manifestações, desde que respeitem meu direito de ir e vir principio básico do “Estado de direito”. O MPL (movimento passe livre) legitimamente representado por “não sei quem e nem de onde” usa artifícios nada ortodoxos para reivindicação a redução ou ate mesmo a tarifa zero no município de São Paulo, propagando o caos, vandalismo e destruição do patrimônio público, pois é a classe trabalhadora e oprimida quem paga os danos por eles provocados, “eles” filhos da classe média a elite branca da cidade de São Paulo, aja vista os horários das manifestações e locais frequentados pelos pobres desroupados rebeldes sem causa do passe livre. Vale lembrar aos desmemoriados que o aumento foi para trens, metros e ônibus, o ultimo com ganho sem precedentes, pois centenas de milhares de estudantes terão gratuidade no transporte público, renovação das frotas, recuperação da malha viária e implantação de ar-condicionado em todos os veículos, faixas exclusivas e corredores de ônibus onde o trabalhador ganha em média 4 horas por semana, de Cabral a Haddad nunca se investiu tanto na melhoria de qualidade em tão pouco tempo. Não sou contra o movimento, mas o sistema da maneira que esta é impossível tal exigência! O que de fato vocês querem? E de quem vocês? O metro e trens de São Paulo passa pelo pior escândalo já visto no país, é um dos piores e mais caros do mundo, paralisa quase todo dia deixando milhões de trabalhadoras e trabalhadores no caos absoluto. Falta agua no estado inteiro, a USP vive uma crise institucional e financeira irrecuperável (muitos de vocês estudam lá) e o único lugar que vocês sabem fazer manifestações e na porta da Câmara Municipal e prefeitura, ora e o governador? Paralisar o centro da cidade em dia chuvoso em plena sexta-feira e reivindicar melhorias no transporte é um contra senso. Querem ser altruísta ao menos apresentem a pauta com clareza e objetividade, assim terão todo o apoio da sociedade e não ficaram dependendo do anarquismo dos “Black Bloc” para criar volume, arruaça e afronte aos princípios básicos da cidadania.

Adilson Sousa é conselheiro do CMTT, pedagogo e jornalista

Haddad faz mudanças no secretariado para 2015





Do site do DMPTSP

O Prefeito Fernando Haddad iniciou o ano de 2015 com mudanças significativas nas secretarias. As pastas que tiveram alterações até o momento foram as de Educação, Cultura, Direitos Humanos e Relações Governamentais.

César Callegari passou a gestão da Secretaria de Educação para Gabriel Chalita, que durante a sua posse destacou entre outras questões, o compromisso de aumentar o número de vagas nos Centros de Educação Infantis (CEIs) popularmente conhecidos como creches.

Com a ida de Juca Ferreira para o Ministério da Cultura, o urbanista e vereador Nabil Bonduki assume a Secretaria de Cultura. Segundo Nabil, um dos desafios da sua gestão será ampliar as ações culturais nas regiões periféricas da cidade.

O senador Eduardo Suplicy foi indicado nesta semana para a secretaria de Direitos Humanos, Rogério Sotilli permanecerá na pasta como secretario adjunto. "Estou muito feliz em poder colaborar com o prefeito Fernando Haddad, com quem tenho a maior afinidade. Aceitei, extremamente honrado, o convite para ocupar a Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo. Tenho o maior apreço pelo secretário Rogério Sotilli, que tem feito um belo trabalho", ressaltou Suplicy em postagem no facebook.

Nesta quinta-feira (22/01), a Prefeitura anunciou o ex-ministro da Saúde e candidato pelo PT na última eleição a governador do estado de São Paulo, Alexandre Padilha, como secretário de Relações Governamentais. O cargo estava com Paulo Frateschi, ex-deputado estadual e importante personalidade do PT, que ficou na pasta desde fevereiro de 2014.

"O desafio da Secretaria de Relações Governamentais é enorme, mas poderei fazer uma das coisas que mais gosto na vida: valorizar a política, estar perto da população que mais sofre e das forças criativas da cidade, exercitar o diálogo com os parlamentares, com a sociedade, com os movimentos, com os partidos e com todos os que desejam que nossa cidade avance com as mudanças feitas pelo nosso governo municipal”, afirmou Padilha.

Está prevista a incorporação da Comunicação pela Secretaria de Governo, hoje gerida pelo Secretário Chico Macena, com isso Nunzio Briguglio, atual secretario de Comunicação ficará responsável pela SPCine, órgão de fomento ao cinema.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Paulistas elegem 10 deputados federais e 14 estaduais do PT

Os cidadãos do Estado de São Paulo exerceram seus direitos e elegeram os nomes que vão legislar para os próximos quatro anos.

Dos 10 candidatos petistas eleitos pela Coligação Para Mudar De Verdade, quatro vão assumir um mandato na Câmara dos Deputados pela primeira vez.

Na Assembleia Legislativa, dos 14 eleitos, seis estarão em primeiro mandato.

Na Câmara dos Deputados a posse ocorre em 1º de janeiro e na Assembleia Legislativa paulista em 15 de março.

Confira a lista dos deputados eleitos:

Federais:

Andres Sanchez – 169.834 votos
Zarattini – 138.286 votos
Arlindo Chinaglia – 135.772 votos
Ana Perugini – 121.681 votos
Vicente Cândido – 117.652 votos
Paulo Teixeira – 111.301 votos
Nilto Tatto – 101.196 votos
Vicentinho – 89.001 votos
Valmir Prascidelli – 84.419 votos
José Mentor – 82.368 votos

Estaduais:

Enio Tatto - 108.135 votos
Alencar Santana Braga - 103.234 votos
Luiz Fernando - 102.905 votos
Barba - 95.156 votos
Marcos Martins - 83.879 votos
Luiz Turco - 78.670 votos
José Américo - 74.726 votos
João Paulo Rillo - 72.884 votos
Ana do Carmo - 72.238 votos
Marcia Lia – 70.945 votos
Beth Sahão - 63.172 votos
Prof Auriel - 62.009 votos
Geraldo Cruz - 60.103 votos
Carlos Neder – 59.990 votos

fonte: site Linha Direta

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Padilha visita a Brasilandia e ganha apoio da população,




No dia 7 de Setembro a Brasilandia recebeu calorosamente o candidato a governador Alexandre Padilha, do PT.
Uma multidão acompanhou Padilha na visita aos comércios do Parque Tietê e Jardim Elisa Maria. Logo depois,acompanhado por dezenas de militantes que carregavam bandeiras da campanha, ele foi até a feira da Avenida Inajar de Souza, conhecida como varejão, onde fez um corpo a corpo pedindo votos e cumprimentando os feirantes e os respectivos fregueses.
Por cada barraca em que Padilha passava, por cada mão que ele apertava, recebia o apoio e o carinho da população. Vários candidatos a deputados estaduais e federais, além do senador Suplicy, também participaram da caminhada com Padilha. A agenda foi organizada pelo Diretório Zonal da Freguesia/Brasilandia.

Brasilândia - Uma história de lutas e conquistas



Por Matu Pontes

Quando fui candidato à Deputado Estadual pelo PT na eleição passada, meu coletivo político e moradores da Brasilândia encamparam algumas lutas pela melhoria da nossa região.
O Hospital da Brasilândia já era uma luta nossa antiga junto aos movimentos de saúde e o PT local, que se tornou proposta de campanha da Prefeita Marta Suplicy a ser realizada em um eventual segundo mandato.
A idéia de construção da Universidade Federal da região Noroeste e a construção de um Centro Olímpico foi elaborada por minha assessoria e apresentada em uma cartilha de propostas para o então candidato, e atual prefeito Fernando Haddad, que incluiu em seu programa de governo.
Os frutos dessa história de luta, passa neste momento, a ser os frutos de uma história de conquista, seja o hospital da Brasilândia que já está licitado e tem previsão para o início das obras ainda em 2014 e o centro olímpico que em audiência pública na subprefeitura, foi anunciado pelo Secretário de Infra Estrutura Urbana do Município, como obra prevista para a região da Vila Penteado em parceria com o Governo Federal.
A Universidade Federal será construída em Pirituba e o metrô também irá se tornar uma realidade graças à parceria com o Governo Federal da Presidenta Dilma Rousseff e a Prefeitura do Município com o Fernando Haddad.
Fico satisfeito de ter participado dessa luta histórica de pessoas e movimentos sociais que lá atrás não somente sonharam mas fizeram com que esse sonho hoje se tornasse realidade.
Penso que o grande legado que fica para as novas gerações é que, sem lutas não há conquistas, e que temos muito ainda o que fazer pela nossa região.

Matu Pontes – É Dirigente Sindical e foi candidato à Deputado Estadual pelo PT em 2010 e foi presidente do Diretório Zonal do PT Freguesia/Brasilandia

Coragem de Haddad está mudando São Paulo


ALDOFORNAZIERI


Desde Aristóteles, a prudência tornou-se a principal virtude política. Mas antes da prudência, a coragem forjou-se como a primeira virtude do agir em prol da comunidade. Com efeito, a garantia de segurança foi uma necessidade inicial dos primeiros grupos humanos e continua sendo até hoje. A segurança tornou-se, assim, a primeira razão para a fundação de estruturas coletivas institucionais, projetadas sobre um território e sobre uma comunidade humana. Ao ser percebida como uma necessidade, ela tornou-se também uma finalidade das comunidades gregárias primitivas. A transformação de necessidade em finalidade, de modo geral, é o processo de constituição de praticamente todos os fins e bens públicos.

Prevenir o perigo, estabelecer defesa comum, são medidas de segurança e razão fundacional das cidades por um largo período histórico. Garantir segurança — que quer dizer também garantir a vida, a integridade física e os bens — constitui o primeiro e fundamental bem público. Os homens antigos agregaram-se por necessidade e por interesse, por temor e esperança, e a liderança de um chefe constituiu o ponto de convergência desta agregação. Nos corpos comunitários originários, a direção e o comando, que se traduzem em ordem e sentido, eram exercidos de forma imediata. O primeiro fundamento da organização era natural e empírico: baseava-se na força física e no valor moral da coragem. Foi necessário que um líder dotado de força e coragem se colocasse à frente do grupo, liderando-o e protegendo-o para que a segurança fosse garantida.

À medida que as sociedades humanas tornaram-se complexas, o comando, para ser exercido, passou a exigir a presença de normas explícitas e de instituições, configurando-se formas de ordenamentos políticos. Neste processo, como é mostrado por Maquiavel, a direção e comando passaram de seu estado físico para uma existência institucional e simbólica. Percebeu-se que a força física não era o único elemento a conferir legitimidade ao comando. A aliança entre sabedoria e justiça, origem da virtude da prudência, passaram a ser exigidas na escolha da liderança. O caráter moral das comunidades foi se tornando explícito. Se o primeiro elemento da moral inerente ao comando foi a coragem exigida do chefe, o segundo, que veio a tornar-se o valor cardeal da atividade da liderança política, foi a prudência.

Platão irá conferir à coragem o status de uma das quatro virtudes cardeais, definindo-a como “opinião reta e conforme à lei sobre o que se deve e sobre o que não se deve temer”. Ao defini-la como “firmeza de propósitos”, Aristóteles a situa como meio termo entre o medo e a temeridade. Cícero conferiu dois atributos principais à coragem: “desprezo pela morte e desprezo pela dor”. Ao notar o caráter primordial da coragem, Aristóteles sustentava que ela “se mostra como a base do desenvolvimento das demais virtudes”. Maquiavel não a confunde com a impetuosidade, mas no famoso capitulo do O Príncipe onde trata da fortuna, sustenta que é melhor que o líder seja ousado. A ousadia não é oposta à prudência. O fato é que para fazer aquilo que deve ser feito e deixar de fazer aquilo que não deve ser feito, que é uma determinação da prudência, é preciso ser corajoso. Somente o líder corajoso, que age com ousada prudência, agirá adequadamente para promover o bem público.

A Coragem de Haddad

A política brasileira, por ter se tornado um negócio no qual prevalece mais os interesses de grupos particulares e de indivíduos, carece de líderes corajosos. Essa política das conveniências, que expressa a falta de coragem, é uma das causas do deserto de novas lideranças no país. É também causa da falta de capacidade inovativa nas ações de governo e da crise da capacidade de governar, entendida como crise de capacidade de resolver os problemas existentes e de antecipar-se ao advento de problemas futuros, com soluções e transformações inovadoras.

O prefeito Fernando Haddad é um dos poucos líderes atuais que foge deste anátema da política como negócio e conveniência, que são também duas funções da corrupção, seja no sentido da malversação dos recursos públicos, seja no sentido da corrupção da personalidade política que perde a autonomia em face da realidade limitante da ação e das decisões que um governante deve adotar. O empenho na aprovação do Plano Diretor, o expurgo da quadrilha que fraudava o ISS e a implantação das ciclovias e das faixas exclusivas para ônibus são exemplos suficientes para mostrar que Haddad está incurso em outro paradigma de governante que “faz aquilo que deve ser feito”, independentemente da mera conveniência pessoal, sem considerar se isto poderá render-lhe uma reeleição e elevar-lhe a popularidade. “Fazer o que deve ser feito” demanda coragem, pois o que está em jogo é um presente e um futuro melhores para a cidade.

Nos primeiros meses de seu governo, Haddad foi tolhido pela tormenta das manifestações de 2013, que derrubaram a popularidade de quase todos os governantes. Na maré baixa de sua avaliação, o prefeito não deixou de adotar medidas estruturantes para o futuro da cidade, mesmo sabendo que elas não lhe trariam saldos imediatos de popularidade. Suportou críticas de aliados e ataques erosivos de setores da imprensa que são contrários a uma São Paulo melhor. Agora começa a colher os primeiros resultados da mudança da opinião pública a seu favor, como mostra a pesquisa do Datafolha.

Muitos se perguntam acerca da razão de implantar 400 km de ciclovias e centenas de quilômetros de faixas exclusivas para ônibus se não existe ainda uma demanda imediata para tudo isto. Tal como a coragem é condição da prudência, a existência das ciclovias e das faixas exclusivas é condição para um transporte melhor, para uma condição de vida melhor e para uma cidade mais humana. Implantá-las representa “fazer aquilo que deve ser feito”. Sem elas, não haverá a criação da cultura do uso da bicicleta e não se buscaria a exigência de ônibus melhores, mais limpos e com redução do tempo de espera para os passageiros.

É um equivoco olhar paras as ciclovias apenas como um sistema alimentador dos demais modais de transporte público. Todas as cidades do mundo precisam de alternativas públicas e privadas ao carro. Em 2013, na Europa foram vendidas mais bicicletas do que carros, num claro sinal de que o automóvel à gasolina começa a se tornar uma tecnologia que vai morrer. O mundo precisa de soluções simples, baratas e não poluentes. Os prejuízos humanos e materiais que a cidade travada por carros provoca são incalculáveis. Muitas pessoas perdem 4 anos de suas vidas no trânsito. São Paulo agora precisa estimular o comércio, a indústria e o setor de serviços a implantar bicicletários e vestiários para os funcionários. Ciclovias, faixas exclusivas, o novo Plano Diretor e o Arco do Futuro são projetos que irão melhorar a vida dos paulistanos, reduzindo as distâncias entre moradia e trabalho, diminuindo a poluição e produzindo ganhos de bem viver.

Aldo Fornazieri – Cientista Político e Professor da Escola de Sociologia e Política.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

INVESTIMENTOS RECORDES EM SÃO PAULO


Paulo Fiorilo

Moradores que poderiam pagar um IPTU justo terão de arcar com valores mais altos, devido a uma política que ainda beneficia a camada mais rica

Nunca se investiu tanto em São Paulo como agora. A gestão Fernando Haddad foi a que mais aplicou recursos em um primeiro ano de prefeitura na comparação com governos anteriores. Foram R$ 3,7 bilhões em 2013, contra R$ 2,1 bilhões em 2009 e R$ 678 milhões em 2005.

Em artigo nesta Folha ("Má administração requer mais impostos", 12/2), o vereador do PSDB Floriano Pesaro fala de "inoperância" da atual gestão. Os dados apontados acima são a melhor resposta aos ataques e comprovam o que o paulistano já sabe: os serviços municipais vêm recuperando qualidade.

Ao longo de 2013, a prefeitura recuperou o tempo perdido. Com diálogo direto com a presidente Dilma, diversas áreas tiveram ampliados os aportes de recursos do governo federal. Um exemplo foi a inclusão de 98 mil famílias no Cadastro Único e a aprovação do Bolsa Família para 111 mil famílias.

Um esforço intersecretarial deu origem ao Braços Abertos, programa inovador para lidar com o problema da drogadição, em especial o consumo de crack. Na saúde, o crescimento da Rede Hora Certa reduziu a fila por exames e procedimentos, que crescia 25% ao ano. E ainda neste semestre, o hospital Santa Marina, recém-adquirido pela prefeitura, voltará a atender a região sul.

Na educação, a mudança nos ciclos aperfeiçoa a alfabetização, acaba com a aprovação automática e evita que crianças cheguem aos dez anos sem saber ler e escrever. Parceria com o governo federal fez dos CEUs polos da Universidade Aberta do Brasil, que já contam com 168 turmas, e do Pronatec, com 11 mil matrículas. Na área de habitação, a prefeitura entregou 1.890 moradias e possui 22 mil unidades em andamento ou já contratadas. Tudo isso por conta da adesão ao Minha Casa, Minha Vida.

No transporte, foi criado o Bilhete Único Mensal e foram implantadas mais de 300 quilômetros de faixas exclusivas. A velocidade média dos ônibus cresceu mais de 40% e o cidadão que utiliza o sistema de transporte ganhou, em média, meia hora por dia.

A gestão Haddad também criou as secretarias de Políticas para as Mulheres e de Promoção da Igualdade Racial, que atendem demandas históricas desses setores, além da Controladoria geral do Município. Para isso, foram criados 348 cargos, e não 1.200.

Em 2013, a prefeitura também trabalhou por um novo projeto de IPTU que fosse mais justo para a cidade. A proposta previa ampliação da faixa de isenção, criação de descontos para aposentados não isentos, reajuste abaixo da inflação para cerca de 300 mil contribuintes e redução para outros 227 mil.

O mesmo PSDB que foi à Justiça para suspender esse projeto aprovou um reajuste muito maior e mais pernicioso em 2009. Naquele momento, nem PSDB nem Fiesp buscaram a Justiça.

Infelizmente, em nome da disputa política e da demagogia, os maiores prejudicados são moradores da periferia, aposentados, pais e mães de família que poderiam estar isentos ou pagar um imposto adequado ao seu imóvel, mas terão de arcar com valores mais altos, por causa de uma política fiscal injusta que continua beneficiando apenas a camada mais rica.



PAULO FIORILO, 50, mestre em ciências políticas, é vereador de São Paulo e presidente do diretório municipal do PT