Blog do Diretório Zonal da Freguesia do Ó e Brasilândia do Partido dos Trabalhadores na Cidade de São Paulo - SP

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

IBOPE - DILMA 50% X 41% DE TODOS OS OUTROS




petista ganharia no 1º turno se eleição fosse hoje

Blog de Fernando Rodrigues
Pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da CNI (Confederação Nacional da Indústria) nos dias 25 a 27 de setembro indica que Dilma Rousseff (PT) está com 50% contra 41% de todos os seus adversários somados. Se a eleição fosse hoje, a petista venceria no primeiro turno.

Para ganhar no primeiro turno é necessário ter, pelo menos, 50% mais 1 de todos os votos válidos (os dados apenas aos candidatos, descontados os brancos e os nulos).

Aqui todas as pesquisas eleitorais.

A pesquisa Ibope dá 27% para José Serra (PSDB). A candidata Marina Silva (PV) aparece com 13%. Os outros candidatos nanicos somados têm 1%. Há também 4% de brancos e nulos e 4% de indecisos.

Essa pesquisa Ibope foi realizada ao longo de 3 dias (25, 26 e 27). Não pode ser comparada com a pesquisa Datafolha, realizada apenas no dia 27 e que deu Dilma com 46%, Serra com 28% e Marina com 14%.

Ainda assim, o levantamento do Ibope (com 3.010 entrevistas e margem de erro máxima de 2 pontos percentuais) é um indicador de que o desfecho da eleição continua pendendo mais para o lado de Dilma Rousseff. Por esse levantamento, a chance de a petista ganhar no primeiro turno está dada como fora da margem de erro. Acima o gráfico com as várias pesquisas Ibope neste ano.

Outro dado interessante do Ibope é sobre a preferência partidárias dos eleitores brasileiros. O PT é disparado, com 27%, o preferido. Entende-se então o apelo à militância que Dilma Rousseff fez nos últimos dias. Trata-se de um apelo que o PSDB e José Serra teriam dificuldade para fazer, pois apenas 5% dos eleitores dizem preferir a sigla tucana. E só 3% afirmam preferir o PV, de Marina Silva. Dados acima.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"SUBIDAS E DESCIDAS SÃO NORMAIS", DIZ DILMA SOBRE DATAFOLHA

'Subidas e descidas são normais', diz Dilma sobre Datafolha
Reuters

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse nesta terça-feira que não há como antecipar o final da eleição, referindo-se à queda na intenção de voto de sua candidatura.

"Para ter certeza do que vai acontecer vai ter que esperar a urna fechar e ter respeito pelo eleitor. Daí para frente, contar os votos e discutir", disse Dilma a jornalistas em curta visita à rodoviária de Brasília.

Ela afirmou ainda que até sábado serão divulgadas várias outras sondagens de intenção de voto.

"Estamos em um momento da eleição que são normais subidas e descidas", disse, apelando à militância para ir às ruas buscar votos. "De a hoje até sábado tem bastante pesquisa para comentar", afirmou.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta manhã pelo jornal Folha de S.Paulo indica que, a seis dias das eleições, Dilma passou de 49 por cento para 46 por cento na preferência do eleitor. Seu principal adversário o tucano José Serra ficou estável em 28 por cento e Marina Silva (PT) foi de 13 por cento para 14 por cento.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, apenas Dilma se movimentou fora dela. Ainda assim, ela ganharia no primeiro turno, se a eleição fosse hoje, com 51 por cento dos votos válidos (é preciso 50 por cento mais um para esta vitória). Há cinco dias, ela tinha 54 por cento.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello

DATAFOLHA - DIMINUI VANTAGEM MAS DILMA AINDA VENCE NO 1º TURNO

Do BBC Brasil
Joao Fellet | 11:07, terça-feira, 28 setembro 2010


Uma pesquisa realizada pelo instituto Datafolha e divulgada nesta terça-feira aponta uma diminuição da vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, na disputa pelas intenções de voto para as eleições de domingo, o que aumentaria as chances de realização de um segundo turno.

Segundo o levantamento, Dilma teria 46% das intenções de voto, contra 28% do candidato do PSDB, José Serra, e 14% de Marina Silva, do PV.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Os votos brancos e nulos somam 4%, e os indecisos, 7%.

Levando-se em conta apenas os votos válidos, Dilma teria 51%, contra 32% de Serra e 16% de Marina Silva.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, Dilma poderia ter tanto 53% dos votos válidos – podendo vencer no primeiro turno – quanto 49%, o que levaria a disputa para um segundo turno.

Para ganhar no primeiro turno, a candidata precisa de mais da metade dos votos válidos.

Segundo turno

No levantamento anterior do instituto, Dilma aparecia com 49% das intenções, contra 28% de Serra e 13% de Marina.

Em uma simulação de segundo turno, a vantagem da petista em relação a Serra também diminuiu. Na última pesquisa, Dilma tinha 55% dos votos. Hoje teria 52%. Serra passou de 38% para 39% no período.

Uma pesquisa Ibope divulgada na última sexta-feira também apontou uma oscilação negativa de Dilma, que teria 50% das intenções contra 28% de Serra e 12% de Marina.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

COMÍCIO EM SÃO PAULO - LULA SE EMOCIONA E DILMA PEDE "DERROTA AO MEDO E ÓDIO"


Do Estadão.com.br

‘Os tucanos já tiveram a chance deles’ em São Paulo, diz Lula em comício final por Jair Stangler

Seção: Coberturas ao vivo

Eleições

27.setembro.2010 21:31:41
Rodrigo Alvares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que São Paulo precisa eleger Aloizio Mercadante para o governo de São Paulo porque o Estado tem “uma dívida com a Nação” durante comício realizado no início da noite desta segunda-feira, 27, no Sambódromo do Anhembi – zona norte da capital paulista. Com uma chuva intermitente desde o início da noite, o presidente disse que “os tucanos já tiveram a chance deles. Eu acho que é hora de colocar uma estrela no governo de São Paulo. Lula se emocionou com uma faixa gigante nas arquibancadas escrita “Valeu, presidente Lula”. “Eu não quero ler a faixa porque ainda tenho 3 meses de governo. Não são vocês que têm de me agradecer. Sou eu”, declarou.
Em seu último comício na campanha à Presidência da República, Dilma Rousseff disse: “Vamos derrubar o medo e o ódio que tentam fazer dessa eleição”. A petista voltou a assumir o compromisso de erradicar a miséria e lembrou que “somos aqueles que tiraram 28 milhões da linha da pobreza. Dilma pediu serenidade e determinação aos militantes para ir à rua nos últimos dias da campanha.
Candidato petista ao Palácio dos Bandeirantes, Mercadante afirmou: “Eles podem ter mais tempo de TV, podem ter apoio da imprensa, mas nunca vão comprar as consciências de vocês. Podem fazer o que quiser, mas jamais vão poder apagar da história desse País o que representa o governo Lula”. O senador ainda falou que sofre do mesmo preconceito que o então candidato Lula tinha antes de ser presidente: “Muita gente tenta fazer crer que nós não temos condições de governar São Paulo”.

POR QUE DILMA!

Artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo de hoje na página "Tendências e Debates"

GILBERTO CARVALHO

Por que Dilma

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Dilma, que tem, sobretudo, um coração sensível, pode levar adiante a reconstrução de nosso povo, para o bem da democracia plena e verdadeira
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Porque queremos que esta nova luz que começou a brilhar no olhar de milhões de brasileiros, como sinal de afirmação humana e cidadã, continue a brilhar sempre mais.
Porque queremos que esta autoestima que se afirma no coração e na mente de um povo por tanto tempo humilhado e excluído se consolide e afugente para sempre o triste "complexo de vira-latas" que vitimou aqueles que diziam nos representar.
Porque sabemos que a chave e a questão mais profunda do atual debate eleitoral é esta: a emergência de uma nova consciência, de um novo posicionamento de milhões de pessoas mantidas até aqui cuidadosamente "em seu lugar", destinadas apenas a reproduzir a riqueza e a reproduzir o pensamento, usos e costumes dos senhores e dos "formadores de opinião".
O significado do governo deste presidente, que desconcerta tanto os seguidores dos velhos manuais, vai muito além do novo posicionamento do Brasil na comunidade internacional; vai muito além da implementação deste modelo econômico que nos permitiu crescer e ao mesmo tempo distribuir renda e retirar milhões da miséria.
Vai muito além dos benefícios sociais e de tantas conquistas obtidas pelas maiorias e minorias marginalizadas, levando mais de 30 milhões de brasileiros a ingressar na classe média.
Todas elas são, por certo, muito importantes e constituem base material que assegura o apoio ao presidente e a seu governo, mesmo após anos seguidos da mais dura e absolutamente livre crítica, muitas vezes infundada, desrespeitosa e eivada de vil preconceito.
Na verdade, o significado mais profundo do exercício do governo por este "sobrevivente da tribulação", com todos os seus limites e erros, é esta ruptura que ocorre quando a população percebe que "um de nós" mostra ser possível ultrapassar muros antes intransponíveis.
Porque esta relação com um presidente que representa as maiorias não só por ter sido eleito mas por "ser um dos nossos" produziu no nosso povo um fenômeno inédito, de identificação que teve consequências de difícil avaliação.
Porque esta identificação não ficou apenas na simples contemplação, mas na assunção efetiva de um novo papel que as grandes maiorias passaram a exercer.
Essa gente começa a ocupar seu novo lugar e a exigir a vigência de uma democracia verdadeira, em que novos direitos são conquistados e partilhados, sem guerras, mas com muita firmeza.
Esse povo começa a pisar em terrenos antes proibidos, do Palácio do Planalto às poltronas dos aviões, dos supermercados e lojas de eletrodomésticos às universidades, teatros e cinemas... Essa gente começa a pensar com cabeça própria. E aí não tem volta.
É, de fato, muito difícil para a casa grande, particularmente para seus áulicos, admitir que a senzala se moveu e que não se sabe onde isso pode parar. Isso explica a raiva destilada em tantos textos de iluminados e donos da verdade... É justamente este processo do nosso povo, com o qual sempre sonhamos, e que apenas começa, que queremos ver continuar... E Dilma, que não tem um projeto pessoal, mas que se entrega a um projeto coletivo; Dilma, que tem toda a energia deste povo com quem passou a conviver; que tem grande competência, forjada em tantos anos de trabalho, e que tem, sobretudo, um coração sensível, pode levar adiante esta reconstrução de nosso povo e do nosso país.
Para o bem da democracia plena e verdadeira. Para o bem da paz social, do respeito aos direitos de todos e para a queda de tantos muros que até aqui separam irmãos. Por isso, Dilma!

GILBERTO CARVALHO, 59, é chefe de gabinete da Presidência da República.

sábado, 25 de setembro de 2010

A ONDA VERMELHA

Da Revista ISTOÉ
De cima a baixo no País, o eleitor apoia a continuidade e tende a garantir uma quase inédita maioria governista no Congresso
Octávio Costa e Sérgio Pardellas – ISTOÉ

SEM PARAR
Eleitores de todas as classes sociais
mostram desejo de continuidade

Na esteira da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência, uma onda vermelha está tomando conta do País. No início da corrida eleitoral, essa imagem foi cunhada pelos estrategistas da campanha do PT para motivar a militância. Mas, agora, tornou-se realidade. As pesquisas de opinião revelam a supremacia dos candidatos governistas na maioria dos Estados, o que poderá garantir a um eventual governo Dilma ampla maioria na Câmara e no Senado. Surfando numa maré mais favorável do que aquela que levou o ex-metalúrgico Lula ao Palácio do Planalto em 2002, os candidatos da base aliada aos governos estaduais lideram as eleições em 19 das 27 unidades da Federação. Na disputa pelas cadeiras do Senado, a onda vermelha é tão volumosa que deverá eleger 58 dos 81 representantes e deixar sem mandato quadros históricos da oposição. Na Câmara, os partidos governistas devem conquistar 401 dos 513 assentos.
“Acho que vamos assistir a uma vitória esmagadora dos partidos da coalizão do governo”, prevê o presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social, Geraldo Monteiro.

MAIORIA
Sólido apoio no Congresso pode facilitar a aprovação
das reformas estruturais de que o País necessita


Não bastasse a liderança em 21 Estados, Dilma está na frente de José Serra (PSDB) em locais em que Lula foi derrotado pela oposição em 2006. Apesar da oscilação registrada na última semana, a ex-ministra está perto da vitória em antigos redutos oposicionistas como São Paulo, Santa Catarina e Paraná. Na maioria dos Estados em que ela lidera as pesquisas, os candidatos que apoia também estão na dianteira. Bons exemplos são o Rio de Janeiro e a Bahia, onde os governadores Sérgio Cabral (PMDB) e Jaques Wagner (PT) são favoritos para se reeleger no primeiro turno. Como exceções aparecem Minas Gerais, com Antonio Anastasia (PSDB) na liderança, e São Paulo, onde Geraldo Alckmin (PSDB) supera Aloizio Mercadante (PT). No Paraná, a onda vermelha já proporcionou uma grande virada. As últimas pesquisas mostram que o tucano Beto Richa, antes favorito ao governo, perdeu o primeiro lugar para Osmar Dias (PDT). Reviravoltas também têm ocorrido na disputa para o Senado. Até então cotado para uma das vagas do Rio, Cesar Maia (DEM) foi ultrapassado pelo ex-prefeito de Nova Iguaçu Lind­berg Farias (PT). No Amazonas, Arthur Virgílio perdeu o segundo lugar para Vanessa Grazziotin (PCdoB). Em Pernambuco, Marco Maciel (DEM), segundo colocado atrás de Humberto Costa (PT), foi ultrapassado por Armando Monteiro Neto (PTB).

A inédita sintonia fina entre Executivo e Legislativo, a partir de 2011, trará benefícios para o Brasil. Caso se confirme a sólida maioria no Congresso do possível futuro governo Dilma Rous­seff, o Brasil terá finalmente a chance de aprovar as mudanças estruturais que se fazem necessárias há anos, como as reformas política e tributária. “A agenda congressual a partir do ano que vem exigirá a votação das reformas. Com maioria no Legislativo e vontade política, será possível avançar nessas questões”, afirma David Fleischer, cientista político da UnB. Outro aspecto importante é a possibilidade da formação de uma concertação política, composta por partidos aliados chancelados pelo desejo popular. Desde a redemocratização do País, os governos construíram suas maiorias pelas artes do fisiologismo e das políticas do toma-lá-dá-cá, numa espécie de balcão de negócios em pleno Congresso. Nesse novo cenário, queiram ou não, deputados e senadores serão levados a participar de uma ação conjunta, na qual é de esperar que os objetivos políticos se sobreponham à visão patrimonialista do mandato.


APOIO
Participação de Lula na campanha
de Dilma incomodou a oposição

Há quem afirme que a concentração de poder nas mãos do Executivo, com o Legislativo dócil à vontade do Planalto, pode permitir uma recaída autoritária. O temor não se justifica. Não há ambiente no Brasil para esse tipo de surto. As instituições são sólidas e democráticas, e não há espaço para mudanças constitucionais em benefício de um partido, como aconteceu na história do México, onde o PRI controlou a vida política por 71 anos, graças ao domínio da máquina pública. “O que aconteceu no México foi muito diferente. O PRI chegou ao poder quando a economia mexicana, a sociedade e os políticos eram muito rudimentares e eles forjaram instituições para guiar o desenvolvimento em todas as áreas. Já o PT emergiu no momento em que a economia e as instituições já estavam consolidadas”, compara o brasilianista Peter Hakim, presidente do Interamerican Dialog.


MINORIA
No Largo de São Francisco (SP), menos de 100
pessoas lançam o manifesto

Contrariando todas as evidências, intelectuais e setores da elite, em São Paulo divulgaram, na semana passada, um manifesto em defesa da democracia e da liberdade de expressão. Um dia depois, o Clube Militar, no Rio de Janeiro, instituição marcada pelo apoio ao antigo regime de exceção que infernizou o País por 20 anos, promovia um inusitado painel de debates para discutir também supostos riscos à democracia no País. Tanto o documento do grupo de intelectuais quanto os debates dos militares ficaram a um passo de questionar a própria legitimidade da eleição de Dilma, em razão da participação do presidente Lula na campanha. Ambos não levaram em conta que a legitimidade brota das urnas. Embora o eleitor manifeste maciçamente sua intenção de votar pela continuidade das políticas oficiais, a opinião pública não vem sendo espelhada na ação de alguns agentes do processo político. O que parece ter sido esquecido no manifesto oposicionista de tendências golpistas é que a democracia é exercida pelo voto.

EQUÍVOCO
Um manifesto oportunista tentou passar a mensagem de que
há uma ameaça à democracia. Esqueceu que a legitimidade vem pelo voto

O temor de uma vaga autoritária por parte do governo é deslocado da realidade. Não reflete o momento que o Brasil vive. Não há sinais concretos de que o presidente Lula tenha atentado contra a liberdade de imprensa. Ele vem fazendo apenas críticas pontuais, direito que não pode ser negado a qualquer cidadão, muito menos ao presidente. De resto, desde a luta contra a ditadura, Lula mostrou-se defensor intransigente das liberdades democráticas. “É incrível como as pessoas ficam empurrando o Lula para o chavismo, quando ele tem permanentemente se recusado a cruzar essa fronteira”, rebate o ex-ministro Delfim Netto, com a ironia de sempre. Delfim tem razão. A não ser que o observador da cena nacional, assustado com a onda vermelha, queira ver chifre em cabeça de cavalo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

IBOPE - DILMA MANTÉM LIDERANÇA COM 50%; SERRA CHEGA A 28% E MARINA A 12%

Do UOL Eleições

Em São PauloPesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (24), mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, liderando a disputa com 50% das intenções de voto, contra 28% de José Serra (PSDB). Em terceiro lugar aparece a candidata do PV, Marina Silva, com 12%.

Os demais candidatos, individualmente, não obtiveram mais de 1% dos votos. Votos brancos ou nulos somariam 5%, e indecisos, 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Com relação à última pesquisa Ibope, divulgada em 17 de setembro, a petista caiu um ponto percentual. Serra subiu três pontos percentuais e a candidata do PV, quatro pontos percentuais.

Num eventual segundo turno, Dilma teria 54%, contra 32% de Serra. Votos brancos ou nulos somariam 7, e indecisos, 7%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 23 de setembro, com 3.010 pessoas em 202 municípios, e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob protocolo nº 31689/2010.